Quanto custa morar em uma casa como a de Elon Musk, com 36 m²?

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O bilionário Elon Musk, CEO da SpaceX e da Tesla, é o segundo homem mais rico do mundo, ficando atrás apenas de Jeff Bezos, o fundador da gigante do comércio eletrônico Amazon, de acordo com o ranking feito pela Forbes, em 2021. Apesar de sua fortuna ser estimada em US$ 160,6 bilhões, o excêntrico empresário se mudou recentemente para uma casa pré-fabricada de apenas 36 metros quadrados com a sua esposa, a cantora Grimes, e seu filho mais novo. Musk publicou em sua página do Twitter que tinha alugado a casa, cujo valor é de “somente” US$ 50 mil (R$ 260 mil).


Criado pela startup americana Boxabl, o modelo Casita, o escolhido por Musk, tem uma cozinha, banheiro, sala de estar e quarto. A casa minimalista está localizada nas instalações de teste da SpaceX, empresa espacial criada por Musk, na cidade de Boca Chica, no sul do Texas.

O empresário revelou que instalou melhorias na casa que provavelmente a fariam valer cerca de US$ 69 mil (R$ 340 mil). Em 2020, Musk já havia anunciado que venderia quase todos os seus imóveis para ter uma vida simples e sem luxos. O bilionário se desfez de, ao menos, seis imóveis desde o ano passado.


Qual o diferencial dessa casa? O grande diferencial de uma casa como a escolhida pelo bilionário é que as residências podem ser construídas em apenas um dia. Elas são pré-fabricadas, entregues em uma caixa parecida com um contêiner e a instalação é feita rapidamente. A Boxabl, empresa baseada em Las Vegas, Nevada, e responsável pelo projeto, tem o intuito de construir imóveis de baixo custo e de produção em massa. De acordo com informações fornecidas pela própria startup, a Boxabl está trabalhando para criar novos modelos além do Casita e que sejam mais acessíveis a todos. 

Por Maria Luiza Pereira Colaboração para o UOL, de São Paulo

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Alta de materiais impacta preço da construção de imóveis

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O índice de inflação da construção civil chegou a 16,88% nos últimos 12 meses, o maior nível em 18 anos.

Inflação da construção civil atinge maior nível em 18 anos.

O encaixe das pedras portuguesas na calçada dá o retoque final ao projeto, mas a maior pedra no caminho dessa obra foi, sem dúvida, a inflação.


O engenheiro Fábio Santos recebeu o apartamento com sala, varanda, dois quartos exatamente como previsto na planta em 2019. Só que o porcelanato do piso e outros acabamentos foram trocados para viabilizar o negócio.
“Tem uns materiais que a gente colocou, mudou certas marcas, diversificou para tentar não chegar a onerar tanto o preço do apartamento”, conta.

O dono da empreiteira informou que durante a construção, na Zona Oeste do Rio, o saco de cimento aumentou 40%, o concreto subiu 12% e o alumínio para as esquadrias ficou 51% mais caro.


“Isso impacta no orçamento de todo mundo e impacta no preço do imóvel que vai subir de preço, está subindo o preço dos imóveis. Então não é bom para ninguém”, diz Joao Batista de Andrade, empresário da construção civil.


Depois de dois anos em obras, o prédio deve ser entregue nos próximos 40 dias. Com a disparada de preços durante a pandemia, os proprietários negociaram a compra de revestimentos, metais e outros acabamentos com a construtora. Tudo para reduzir o impacto do INCC, o índice de inflação da construção civil, que nos últimos 12 meses chegou a 16,88%. Desde outubro de 2003, esse índice não subia tanto.

O INCC acelerou ainda mais nos últimos meses. Em abril, materiais, equipamentos e serviços foram os que mais pressionaram, e o aumento foi de 0,9%. Em maio, produtos de ferro e aço utilizados na estrutura fizeram o INCC ficar acima de 2%. Em junho, o custo da mão de obra puxou ainda mais o índice.


O arquiteto Sylvio Pinheiro, consultor e gestor de obras, diz que a tendência de alta deve se manter nos próximos meses e pode tornar mais lenta a retomada do setor da construção.


“Tem um ambiente externo que faz com que os preços aumentem por conta da demanda externa. O valor do dólar, que está muito alto, faz com que a nossa indústria faça sentido exportar e não manter o mercado interno. E tem um aquecimento do mercado interno. Isso cria essa tempestade perfeita”, explica.

Ao pegar as chaves do apartamento, Fábio reagiu com inegável satisfação. Afinal, ele acabou pagando 12% a mais que o valor do apartamento na planta. Mas, por outro lado, a valorização do imóvel foi ainda maior.


“Para mim pelo menos valeu a pena ainda o investimento. O imóvel valorizou”, afirma.

Por Jornal Nacional

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‘Escritórios Do Futuro’ Antecipados Pela Pandemia

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Não é nenhuma novidade que a pandemia, desde março do ano passado, trouxe desafios a vários setores da economia. Na outra ponta, também proporcionou novos ares e metodologias. Além de maneiras diferentes de se pensar a forma de trabalho dentro dos escritórios e das empresas.

O home office precisou ser adotado às pressas, até mesmo por empresas que não tinham qualquer interesse ou propensão em fazê-lo a médio ou longo prazo. Com isso, o trabalho e a casa se misturaram (assim como suas rotinas). E adaptações das mais variadas tiveram de ocorrer.

Por muitas vezes, a mesa de casa, antes usada exclusivamente para fazer as refeições com a família, assumiu outra função. Ela se tornou cenário para reuniões online, treinamentos e muito trabalho remoto.

Mas a pandemia em breve dará uma trégua – assim esperamos com o avanço da vacinação – e com isso, a retomada gradativa aos escritórios acontecerá. Já vimos diversas empresas do segmento de tecnologia e setor financeiro, por exemplo, declararem retorno das atividades presenciais já a partir deste mês de junho. Outras estão se organizando para julho, agosto e setembro.

O contrário também já foi registrado: empresas que decidiram seguir com o home office definitivo em 2021 e até posteriormente à pandemia.

Embora cada empresa tenha sua metodologia ou maneira de operacionalizar as atividades, o mercado de trabalho precisou ser remodelado – de várias formas diferentes – para atender a nova demanda trazida (ou imposta) pela crise da saúde.

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CAIXA anuncia financiamento de imóveis sem entrada; como vai funcionar?

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No próximo dia 25, a Caixa dá início ao 1º Feirão da Casa Própria digital e aproveitará a ocasião para lançar sua primeira linha de financiamento imobiliário sem entrada. Saiba mais.

CAIXA anuncia financiamento de imóveis sem entrada; como vai funcionar? (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A nova linha de financiamento vai cobrir 100% do valor do imóvel e estará disponível para somente 6.000 imóveis que foram retomados e serão vendidos no feirão.

O financiamento contará com taxas a partir de TR mais 2,5% ao ano, somadas à remuneração da poupança. Esta é a taxa mais baixa já cobrada pela Caixa.
O BC (Banco Central) limita o financiamento pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em 90% do valor da avaliação do imóvel. Porém, como se trata de casas e apartamentos retomamos, isto não será empecilho para que a Caixa consiga financiar o preço total de venda.

Outra vantagem para quem adquirir os imóveis recuperados no feirão é a carência de seis meses para começar a pagar as parcelas e tarifas menores.

Em fevereiro, o presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, no momento do lançamento da primeira linha de financiamento imobiliário ligado à poupança, tinha dito que haveriam novidades no valor de entrada dos imóveis. É preciso uma entrada de no mínimo 20% nas modalidades que já existem.

A Caixa possui quatro linhas de financiamento imobiliário. A mais nova possui juros a partir da TR + 3,35% a 3,99% ao ano, com acréscimo da remuneração da poupança, o que atualmente representa uma taxa final de 5,8% ou 6,44%.
De acordo com Guimarães, essa modalidade já é responsável por cerca de 40% das contratações imobiliárias da Caixa que utilizam os recursos do SBPE.

As demais opções são TR + 7% ou 8% ao ano, uma linha com juros fixos, entre 8,25% e 9,75% ao ano, e a linha atrelada ao IPCA, com IPCA + 3,55% ou 4,95% ao ano. Com o índice a 5,44%, isso atualmente se traduz em uma taxa final de 8,99% ou 10,39%.
Na última segunda, Pedro Guimarães disse que a nova linha de financiamento sem entrada vem para substituir os leilões de imóveis recuperados.

“A partir de agora, todos os imóveis retomados serão financiados desta maneira. Ao invés de irmos para o leilão, e entrarmos com uma série de questões operacionais, nós faremos dessa maneira”, disse.

Texto por Paulo Amorim

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Análise do mercado de escritórios em Curitiba

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Neste texto Christofer Mariano, traz os números do mercado de escritórios em Curitiba, Pr.

Hoje a Building monitora 362 imóveis na cidade curitibana. Neste número estão inclusos os prédios que estão em construção e também em projeto. Curitiba possui um estoque total de 1.833 milhão de M², distribuído em 356 edifícios comerciais prontos, destes, 280 mil m² estão vagos, o que representa 15% do estoque da cidade.

Olhando apenas para o universo corporativo (de grandes lajes corporativas) o mercado de Curitiba possui 158 prédios entregues, o que representa 808 mil m², com uma taxa de vacância de 15%(todas as classes).

Ainda sobre o mercado de lajes de alto padrão (classe A) são 32 edifícios comerciais – um número muito próximo ao mercado de Belo Horizonte- com estoque total de 346 mil m² e a taxa de vacância de 17%.

 O histórico da cidade, desde nosso monitoramento em 2014, se mantém numa certa estabilidade, com vacância entre 12 a 15 %(lajes corporativas), de 2017 para cá. Não possui atividade construtiva tão grande. Há apenas 1 edifício em construção, e o mercado não entrega nenhum prédio novo desde 2018. Em relação ao universo classe A, a taxa de vacância também permanece estável nesta série histórica.

Absorção Líquida

A cidade seguiu por mais dois trimestres seguidos negativa, tanto corporativa classe A quanto o universo geral, contudo o Brasil todo teve mais devoluções do que ocupações em razão da crise da saúde. A taxa de vacância cresceu apenas 1%.

Do estoque de 808 mil m², a maior ocupação de Curitiba, 255 mil m², é por órgãos públicos (37% do mercado), em segundo lugar o setor de tecnologia , com 80 mil m² (11%), na sequência o setor financeiro com 68 mil m² (10%).

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Empresas preveem volta ao escritório em 2022 e adotam trabalho híbrido de forma permanente

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Com o prolongamento da pandemia, 33,8 % das empresas já preveem voltar ao trabalho presencial nos escritórios apenas em 2022, enquanto 66,2% já voltaram ou esperam que isso ocorra ao longo deste ano, conforme pesquisa da consultoria KPMG. 

Ainda assim o home office veio para ficar, já que mesmo com o avanço da vacinação, 87,3% dos entrevistados disseram que suas empresas manterão um sistema híbrido com trabalho presencial e remoto.

A consultoria vem realizando o levantamento desde o início da pandemia, em 2020, a quinta edição, a mais recente, é referente a março passado, e ouviu 361 executivos de empresas localizadas em todo o País.

A localweb, empresa especializada na hospedagem de sites da internet, desistiu de fixar uma data de retorno. Ao longo de 2020, a direção da empresa ainda dava sinalizações de prazo para a volta do trabalho presencial aos empregados.

“Hoje não falamos mais em tempo”, disse Simony Morais, diretora de gente e gestão da companhia. No mundo ideal, quando tiver vacina para todo mundo, voltaremos, afirmou.

A quinta edição da pesquisa da KPMG foi a primeira a trazer respostas apontando 2022 como data de volta.

A comparação do levantamento mais recente com a edição anterior, referente ao bimestre outubro -novembro do ano passado, sugere que a piora da pandemia neste início de ano pode ter levado empresas a voltarem atrás em seus planos de retorno.

Os 87,3% dos entrevistados disseram que suas empresas manterão um sistema híbrido com trabalho 

Fonte: Estadão.

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Outro dia me perguntaram sobre ser corretor de imóveis e como funciona essa profissão

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O que posso dizer é que todos os bons profissionais estão sempre em constante transformação, buscam conteúdo e aprendem constantemente para entregar sempre o melhor.

Alguns dizem que é uma profissão em que você acorda pobre e dorme rico, que a idade não te limita, que você pode trabalhar para sempre ou até quando desejar. Sim, isto tudo é verdade, e tem mais, trabalha-se duro de 14 a 16 hora/ dia e com um propósito bem definido.

Então para ser um corretor de imóveis de sucesso que é o que todos que entram na profissão almejam o primeiro passo é conhecer-se a si mesmo… não tenha medo de se perguntar: Quem eu sou, onde quero chegar, quais são as minhas limitações e também quais são meus pontos fortes, uma vez entendido isto já saberá quais são as estratégias a serem adotadas para alcançar o objetivo.

Conhecer o mercado onde você deseja atuar é outro passo super importante neste processo, conhecer a região de atuação, os imóveis que estão sendo divulgados, a média de preço destes Imóveis e com isto, você cria conteúdo para alimentar seu cliente, pois em verdade ele pode conhecer de mercado através de pesquisa, porém o corretor de imóveis é quem entende profundamente e sabe quais são as tendências, não basta apenas querer, deve buscar mais conhecimento a cada dia e se permitir novas experiências.

Faz parte do corretor de imóveis construir Relacionamentos, conhecer e compartilhar informações com pessoas, assim pode entender melhor não só como atuar, mas também, como os profissionais deste mercado se relacionam e se desenvolvem. O interessante é que quando nos permitimos conhecer outro corretor, um laço de confiança é criado e isto facilita na troca de informações e estreita os laços para futuras parcerias, lembre, quanto maior é a sua rede de relacionamentos maior serão suas chances de gerar negócios para você.

Mais importante que tudo, lembrar que agir com ética, ser ético faz parte deste processo, que estabelece regras e estruturam a base dos relacionamentos e negócios nesta profissão, não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem para você, quando convivemos com profissionais éticos, a própria sociedade enxerga credibilidade e dá o devido valor ao profissional e a profissão.

Lembre-se, mercado imobiliário não é feito só de imóveis, mas principalmente de pessoas!

Paulo Roberto – CEO do Avalion, Tecnologia para Captação e Avaliação Imobiliária

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Mercado imobiliário é cíclico e estamos na fase boa do ciclo

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Mesmo em meio ao avanço da covid-19, o mercado imobiliário está otimista e prevê crescimento de mais de 30% este ano, depois do avanço de 57,5% em 2020. Só no primeiro trimestre deste ano, o volume de financiamentos à habitação cresceu 113% na comparação com o mesmo período do ano passado. A tendência, segundo o consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn, é que o setor continue aquecido, atendendo à demanda renovada pela pandemia.

Por que o financiamento imobiliário está subindo tanto, em um país com crescimento econômico tão baixo e desemprego tão alto? O setor imobiliário vai continuar aquecido?

O mercado imobiliário é bastante cíclico e, atualmente, estamos na fase ‘boa do ciclo’. Depois da crise de 2015, vivemos anos de poucos lançamentos e poucas vendas. Atualmente, juros baixos e uma demanda por novos arranjos domiciliares, renovada pela pandemia, devem ajudar a termos alguns anos positivos. Acredito que o setor deve continuar aquecido, sim.

Agora é uma boa hora para comprar ou vender um imóvel?

Os preços dos imóveis ainda não recuperaram as perdas do fim da década passada. Desde o pico, em dezembro de 2014, os preços estão 24% mais baixos em termos reais segundo o Índice FipeZap residencial. Agora, uma boa hora para comprar sempre é algo muito peculiar de cada família. As pessoas devem ponderar sempre quanto tempo pretendem ficar no imóvel, levando em conta aspectos de planejamento familiar e profissional. Se houver alta chance de ter de se mudar no curto prazo, o aluguel pode ser uma alternativa melhor quando os custos de reformas, corretagem e impostos são levados em conta.

Qual será o impacto da alta dos juros, iniciada agora pelo BC, para esse mercado?

Quando os juros caem, o mercado é estimulado e quando sobem o mercado costuma sofrer. A questão é que estamos saindo de um patamar de juros extremamente baixos para um patamar de juros ainda baixos – portanto o movimento positivo deve perder apenas pouca força e se manter com alguma firmeza (desde que o aumento nos juros seja relativamente limitado).

Investir em imóveis neste momento é um bom negócio para quem está com dinheiro?

Depende de vários aspectos. Um dos principais que me preocupam é a concentração do patrimônio: quando o dinheiro está investido no mercado financeiro, é mais fácil diversificar. Quando o dinheiro vai para imóveis, normalmente compra-se um só e isso aumenta o risco. E se os juros subirem mais e mais rápido do que o previsto? Isso sem falar que se aquele dinheiro de repente for necessário, é difícil vender rapidamente um imóvel.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Imóveis Comerciais no Mercado Imobiliário

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Ultimamente, o mercado imobiliário vem passando por várias transformações. Entre elas, a mais expressiva foi a transformação digital, que ainda era uma barreira para muitos corretores de imóveis. 

Com a chegada da Covid-19 e do isolamento social, nosso comportamento e a forma como vemos a nossa relação com o tempo e o espaço de trabalho mudou. As empresas diminuíram suas equipes e os espaços que ocupavam, e iniciaram o trabalho em modelo remoto e home office. 

Com essas mudanças, a quantidade de espaços comerciais disponíveis para venda e locação estão em constante crescimento. 

Em um levantamento recente feito pelo Avalion, identificamos que no centro de Curitiba temos captadas aproximadamente 1.540 unidades que se encontram em divulgação e com uma média de valores próximo a  R$ 4.800,00/m², isto demonstra o tamanho do problema que possuímos em nosso mercado. 

Pensando em solucionar este problema, levantamos a possibilidade de transformar estes comerciais em estúdios. Porém, para isso acontecer, também vamos enfrentar vários desafios, como o custo de reforma, projetos, aprovação de condomínio e alteração na incorporação, tornando a operação complexa, sem grandes atrativos e baixo retorno.

Logo, a pergunta é: estariam os imóveis comerciais – conjuntos ou lajes – fadados ao esquecimento? 

Sim pelo fato de que muitas pessoas não conseguem mais realizar os seus trabalhos em casa devido ao espaço compartilhado com a família, filhos, cachorros e o dia a dia da casa. Esses fatores podem fazer com que essa pessoa procure um melhor espaço para trabalhar. 

Não no caso de ser uma pessoa que mora sozinha, então não sofre os mesmos problemas daqueles que possuem famílias e estão compartilhando o mesmo espaço.

Com tantos imóveis em divulgação, o cuidado em conhecer e estudar o mercado é cada vez maior. Uma vez tendo este conhecimento, podemos transmitir ao nosso cliente a nossa visão e a forma com que os mercados reagem a decisões mal tomadas baseadas em levantamentos que muitas vezes não são tão profundos como deveriam ser.

Prepara-se para o futuro, pois você será parte dele, como profissional e como espectador.

Paulo Roberto – CEO e Fundador do Avalion.

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Loft capta US$425 milhões e é avaliada em US$2,2 bilhões

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A startup Loft anunciou nesta terça-feira uma nova captação de 425 milhões de dólares com investidores, abrindo caminho para a plataforma digital de compra e venda de apartamentos hoje focada em São Paulo e Rio de Janeiro ampliar suas operações pelo país.

A quarta série de captação de investimentos, que avaliou a companhia em 2,2 bilhões de dólares, foi liderada pelo fundo D1, e incluiu Advent International, Altimeter Capital, CPPIB, DST Global, Emerging Variant/Soros, GIC, SilverLake, Tarsadia Capital e Tiger Global.

Criada em 2018, a Loft já havia captado 275 milhões de dólares em rodadas anteriores. Atuais investidores da empresa, incluindo Andreessen Horowitz, Caffeinated Capital, Fifth Wall Ventures, monashees, QED Investors, Vulcan Capital e Zigg Capital acompanharam a nova rodada.

“Essa captação traz recursos significativos para continuar investindo na experiência do consumidor e nos nossos produtos, não só na compra e venda, mas também na locação”, disse à Reuters o presidente e fundador da Loft, Mate Pencz.

Com a nova captação, a Loft prevê se tornar a que mais cresce fora de China e Estados Unidos. A empresa afirma operar com 30 mil corretores no eixo Rio-São Paulo. Segundo ela, suas operações geram cerca de 2 bilhões de reais ao ano em financiamento imobiliários.

“A maior parte desses recursos será investido no nosso aumento de portfólio, melhoramento do processo tanto para compradores quanto para vendedores, além de investimento em tecnologia e dados”, disse Pencz. “Nossa área de financiamentos cresceu bastante no ano passado e decidimos ampliar para o território nacional”.

Segundo Pencz, a empresa foi concebida para em algum momento ser listada, mas ainda não há um horizonte para isso acontecer. O executivo descartou a possibilidade de uma nova aquisição de curto prazo e o foco segue na ampliação do marketplace.

“A gente já fez quatro aquisições até agora e não há nada que esteja saindo do forno”, disse ele. “As aquisições têm sido mais complementares ao nosso negócio principal do que empresas de legado, acreditamos em criar tecnologias e produtos do zero”.

Fonte: Época Negócios

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