Qual o método mais usado para avaliar imóveis?

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O método de avaliação de imóveis mais utilizado é o Comparativo Direto de Dados de Mercado. Ele se baseia em transações do mesmo tipo de imóvel, que esteja sendo negociado na mesma época e com a mesma localização espacial, para possibilitar a análise comparativa dos valores.

Esses valores de transações de imóveis são analisados para que seja obtido um valor médio. Esse resultado é feito sob média ponderada, porque, mesmo que tenham características parecidas, os imóveis são sempre diferentes.

Os avaliadores devem fazer essa análise de acordo com a norma de avaliações (NBR 14653), além de considerar aspectos pertinentes ao imóvel em si, para evitar estipular preços que destoam do que está sendo praticado no mercado.

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Trabalho híbrido passa a ser tendência nas companhias

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O modelo híbrido tornou-se a tendência preponderante entre as empresas para o retorno aos escritórios. Levantamento feito para o Valor pelo grupo G3, com representantes de RHs de 18 grandes companhias, mostrou que 12 delas (67%) implementaram o regime híbrido de trabalho (dois ou três dias por semana).
(11%) vão seguir com o home office e duas já voltaram ao escritório de forma integral. Outras duas ainda não definiram o modelo a ser adotado. Entre as empresas da amostra estão Siemens, DSM, Braskem, Adidas, Itausa e Endenred. A Fundação Dom Cabral e a consultoria Talenses também perguntaram a quase 700 profissionais sobre a diretriz de suas companhias a respeito do modelo de trabalho.
Cerca de 52% responderam que adotarão o regime híbrido, enquanto 9,76%, o presencial integral. Mas o híbrido foi o modelo defendido por 72,78% dos entrevistados.
Em outra pesquisa, feita pela consultoria BMI, com gestores de 56 empresas, quase 80% apontaram que o modelo híbrido é o que será adotado no retorno das atividades ao escritório. De acordo com profissionais de RH de grandes organizações, não há fórmula para construir um novo modelo de trabalho. Os funcionários da Basf poderão ir ao escritório entre uma e quatro vezes por semana. As mesas, que já eram parcialmente compartilhadas no pré-pandemia, viraram todas “share-desks”.
A Siemens, por sua vez, tem treinado seus gestores para atuar de modo mais flexível, quebrando uma mentalidade de controle e centralização. A Dupont também optou pelo modelo híbrido. Segundo o CEO da empresa, Etore Frederici, as pessoas poderão ficar no máximo 40% do tempo em casa, mas por ora o retorno é voluntário, gradual (apenas 25% do prédio pode ser ocupado) e sem limite de dias.

Fonte – Valor Econômico

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Selic no fim de 2022 sobe de 11,00% para 11,25% ao ano

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Os economistas do mercado financeiro mantiveram a projeção para a taxa básica da economia no fim de 2021 em 9,25%, conforme o Relatório de Mercado Focus, mas elevaram a estimativa para o término de 2022, que passou de 11,00% para 11,25%. Há um mês, as medianas eram de 8,75% e 9,50%, respectivamente.

Considerando apenas as 81 respostas nos últimos cinco dias úteis, a expectativa para a Selic no fim de 2021 também permaneceu em 9,25%.

Da mesma forma, para 2022, a mediana continuou em 11,25%, considerando as 81 atualizações dos últimos cinco dias úteis.

Em evento recente, a diretora de Assuntos Internacionais e Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado, indicou que o passo de 1,50 ponto porcentual para a alta da taxa Selic ainda “parece apropriado” e reforçou que o BC segue confiante de que é capaz de trazer a inflação de 2022 para o “mais próximo possível” do centro da meta.

No Boletim Focus, o cenário para a taxa básica de juros da economia foi mantido para os anos seguintes.

A estimativa do Focus para a taxa Selic no fim de 2023 seguiu em 7,75%, ante 7,00% há quatro semanas. Para 2024, permaneceu em 7,00%, de 6,50% de um mês atrás.

Fonte – Estadão

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Comissão debate resolução do Banco Central que dispensa vistoria em avaliação de imóveis

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quinta-feira (2) sobre o tema: “Avaliação de imóveis e a Resolução 4.754/19, do Banco Central”.
A deputada Celina Leão (PP-DF), que propôs a realização do debate, lembra que a nova norma altera a Resolução 4.676/18, que dispõe sobre as condições gerais e os critérios para contratação de financiamento imobiliário pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e disciplina o direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança.
A nova resolução permite que avaliações de imóveis ocorram sem vistorias de profissionais habilitados. “Dada a elevada insegurança jurídica para o mercado imobiliário brasileiro, diversas associações classistas procuraram a Câmara dos Deputados para que tal resolução seja mais amplamente discutida e, eventualmente, sustada”, disse a deputada.
De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), disse Celina Leão, “as avaliações de imóveis, que constituem garantias reais em operações de financiamento, sem vistoria executada por engenheiro ou arquiteto elevam o risco da movimentação financeira”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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