Mercado imobiliário é cíclico e estamos na fase boa do ciclo

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Mesmo em meio ao avanço da covid-19, o mercado imobiliário está otimista e prevê crescimento de mais de 30% este ano, depois do avanço de 57,5% em 2020. Só no primeiro trimestre deste ano, o volume de financiamentos à habitação cresceu 113% na comparação com o mesmo período do ano passado. A tendência, segundo o consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn, é que o setor continue aquecido, atendendo à demanda renovada pela pandemia.

Por que o financiamento imobiliário está subindo tanto, em um país com crescimento econômico tão baixo e desemprego tão alto? O setor imobiliário vai continuar aquecido?

O mercado imobiliário é bastante cíclico e, atualmente, estamos na fase ‘boa do ciclo’. Depois da crise de 2015, vivemos anos de poucos lançamentos e poucas vendas. Atualmente, juros baixos e uma demanda por novos arranjos domiciliares, renovada pela pandemia, devem ajudar a termos alguns anos positivos. Acredito que o setor deve continuar aquecido, sim.

Agora é uma boa hora para comprar ou vender um imóvel?

Os preços dos imóveis ainda não recuperaram as perdas do fim da década passada. Desde o pico, em dezembro de 2014, os preços estão 24% mais baixos em termos reais segundo o Índice FipeZap residencial. Agora, uma boa hora para comprar sempre é algo muito peculiar de cada família. As pessoas devem ponderar sempre quanto tempo pretendem ficar no imóvel, levando em conta aspectos de planejamento familiar e profissional. Se houver alta chance de ter de se mudar no curto prazo, o aluguel pode ser uma alternativa melhor quando os custos de reformas, corretagem e impostos são levados em conta.

Qual será o impacto da alta dos juros, iniciada agora pelo BC, para esse mercado?

Quando os juros caem, o mercado é estimulado e quando sobem o mercado costuma sofrer. A questão é que estamos saindo de um patamar de juros extremamente baixos para um patamar de juros ainda baixos – portanto o movimento positivo deve perder apenas pouca força e se manter com alguma firmeza (desde que o aumento nos juros seja relativamente limitado).

Investir em imóveis neste momento é um bom negócio para quem está com dinheiro?

Depende de vários aspectos. Um dos principais que me preocupam é a concentração do patrimônio: quando o dinheiro está investido no mercado financeiro, é mais fácil diversificar. Quando o dinheiro vai para imóveis, normalmente compra-se um só e isso aumenta o risco. E se os juros subirem mais e mais rápido do que o previsto? Isso sem falar que se aquele dinheiro de repente for necessário, é difícil vender rapidamente um imóvel.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Imóveis Comerciais no Mercado Imobiliário

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Ultimamente, o mercado imobiliário vem passando por várias transformações. Entre elas, a mais expressiva foi a transformação digital, que ainda era uma barreira para muitos corretores de imóveis. 

Com a chegada da Covid-19 e do isolamento social, nosso comportamento e a forma como vemos a nossa relação com o tempo e o espaço de trabalho mudou. As empresas diminuíram suas equipes e os espaços que ocupavam, e iniciaram o trabalho em modelo remoto e home office. 

Com essas mudanças, a quantidade de espaços comerciais disponíveis para venda e locação estão em constante crescimento. 

Em um levantamento recente feito pelo Avalion, identificamos que no centro de Curitiba temos captadas aproximadamente 1.540 unidades que se encontram em divulgação e com uma média de valores próximo a  R$ 4.800,00/m², isto demonstra o tamanho do problema que possuímos em nosso mercado. 

Pensando em solucionar este problema, levantamos a possibilidade de transformar estes comerciais em estúdios. Porém, para isso acontecer, também vamos enfrentar vários desafios, como o custo de reforma, projetos, aprovação de condomínio e alteração na incorporação, tornando a operação complexa, sem grandes atrativos e baixo retorno.

Logo, a pergunta é: estariam os imóveis comerciais – conjuntos ou lajes – fadados ao esquecimento? 

Sim pelo fato de que muitas pessoas não conseguem mais realizar os seus trabalhos em casa devido ao espaço compartilhado com a família, filhos, cachorros e o dia a dia da casa. Esses fatores podem fazer com que essa pessoa procure um melhor espaço para trabalhar. 

Não no caso de ser uma pessoa que mora sozinha, então não sofre os mesmos problemas daqueles que possuem famílias e estão compartilhando o mesmo espaço.

Com tantos imóveis em divulgação, o cuidado em conhecer e estudar o mercado é cada vez maior. Uma vez tendo este conhecimento, podemos transmitir ao nosso cliente a nossa visão e a forma com que os mercados reagem a decisões mal tomadas baseadas em levantamentos que muitas vezes não são tão profundos como deveriam ser.

Prepara-se para o futuro, pois você será parte dele, como profissional e como espectador.

Paulo Roberto – CEO e Fundador do Avalion.

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Loft capta US$425 milhões e é avaliada em US$2,2 bilhões

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A startup Loft anunciou nesta terça-feira uma nova captação de 425 milhões de dólares com investidores, abrindo caminho para a plataforma digital de compra e venda de apartamentos hoje focada em São Paulo e Rio de Janeiro ampliar suas operações pelo país.

A quarta série de captação de investimentos, que avaliou a companhia em 2,2 bilhões de dólares, foi liderada pelo fundo D1, e incluiu Advent International, Altimeter Capital, CPPIB, DST Global, Emerging Variant/Soros, GIC, SilverLake, Tarsadia Capital e Tiger Global.

Criada em 2018, a Loft já havia captado 275 milhões de dólares em rodadas anteriores. Atuais investidores da empresa, incluindo Andreessen Horowitz, Caffeinated Capital, Fifth Wall Ventures, monashees, QED Investors, Vulcan Capital e Zigg Capital acompanharam a nova rodada.

“Essa captação traz recursos significativos para continuar investindo na experiência do consumidor e nos nossos produtos, não só na compra e venda, mas também na locação”, disse à Reuters o presidente e fundador da Loft, Mate Pencz.

Com a nova captação, a Loft prevê se tornar a que mais cresce fora de China e Estados Unidos. A empresa afirma operar com 30 mil corretores no eixo Rio-São Paulo. Segundo ela, suas operações geram cerca de 2 bilhões de reais ao ano em financiamento imobiliários.

“A maior parte desses recursos será investido no nosso aumento de portfólio, melhoramento do processo tanto para compradores quanto para vendedores, além de investimento em tecnologia e dados”, disse Pencz. “Nossa área de financiamentos cresceu bastante no ano passado e decidimos ampliar para o território nacional”.

Segundo Pencz, a empresa foi concebida para em algum momento ser listada, mas ainda não há um horizonte para isso acontecer. O executivo descartou a possibilidade de uma nova aquisição de curto prazo e o foco segue na ampliação do marketplace.

“A gente já fez quatro aquisições até agora e não há nada que esteja saindo do forno”, disse ele. “As aquisições têm sido mais complementares ao nosso negócio principal do que empresas de legado, acreditamos em criar tecnologias e produtos do zero”.

Fonte: Época Negócios

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Vou financiar um imóvel, qual o valor de entrada?

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Alguns detalhes sobre como financiar um imóvel e quais valores de entrada são necessários.

Comprar um imóvel proprio é o sonho de grande parte dos brasileiros, mas a realidade financeira da maioria não permite que o pagamento seja feito à vista. Por esse motivo, o financiamento imobiliário é considerado uma das melhores alternativas para alcançar esse objetivo.

No entanto, mesmo com a solicitação de crédito aprovada, normalmente é necessário arcar com um percentual do valor total do imóvel.

Ou seja, o pagamento da entrada em financiamento deve ser efetuado pelo comprador por meio de recursos próprios.

Como funciona a entrada no processo de financiamento?

De forma geral, o percentual a ser pago varia entre 10% e 30% do valor total da propriedade. Essa definição é feita com base em alguns, como:

  • O sistema de financiamento que será utilizado;
  • Se o contrato é acertado com a construtora ou com uma instituição financeira;
  • A avaliação de crédito do tomador, que inclui idade, score bancário, faixa de renda, entre outros;
  • Se o imóvel é novo, usado ou ainda está na planta.

Por exemplo, caso o imóvel que você pretende adquirir custe R$ 500 mil, o valor de entrada exigido será de, no mínimo, R$ 50 mil, podendo chegar a R$ 200 mil.

Além disso, vale ressaltar que é possível oferecer um valor maior de entrada e que, quanto maior ele for, melhores serão as condições do parcelamento.

Lembrando que durante o processo o imóvel  que esta sendo financiado, vai ser avaliador, por um avaliador, que pode também ser um corretor de imóveis.

Valor de entrada e as parcelas

As parcelas das linhas de crédito concedidas pela construtora ou instituição financeira não ultrapassam 30% da renda mensal do comprador. Essa é uma maneira de diminuir a possibilidade de inadimplência.

Entretanto, isso também afeta a sequência do pagamento, pois se a sua renda for menor, as prestações devem ser equivalentes. Portanto, a financiadora pode exigir um valor de entrada ainda maior para que o valor total do empréstimo seja pago dentro do prazo.

Principais tipos de financiamento

Há diversos tipos de financiamento no Brasil e cada um deles possui condições distintas e exigências próprias — o que certamente afeta o valor de entrada exigido. Veja, a seguir, quais são os principais:

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

Esse tipo de financiamento possui algumas restrições: o valor total do imóvel não pode ultrapassar R$ 1,5 milhão e o tempo máximo para efetuar o pagamento é de 35 anos.

Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

Basicamente, esse modelo de financiamento atende os casos que não se encaixam nas exigências do SFH. A taxa de juros é um pouco maior (no mínimo 10% ao ano), enquanto a taxa do SFH é de 9% ao ano.

Nos dois modelos, o limite máximo de financiamento é de 80% para imóveis novos e 70% para imóveis usados, o que resulta em uma entrada mínima de 20% e 30%, respectivamente.

Uso do FGTS

Se você possui saldo no FGTS, o valor pode ser usado no seu financiamento imobiliário — tanto na entrada quanto para abater parte das prestações. Entretanto, o contrato precisa ser firmado no modelo SFH.

De todo modo, é importante economizar o máximo possível antes de efetuar um pedido de financiamento, pois, além da entrada, há algumas taxas — como o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) — e custos com documentação, que tendem a ser bastante altos.

Categoria: Notícias Corporativas

16 de Março de 2021 às 10:03

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Segurança, mobilidade e vizinhança tranquila são fatores mais buscados na hora de comprar imóvel

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Uma pesquisa feita pela Loft, aponta que entre os fatores mais buscados na hora de adquirir um imóvel estão uma vizinhança tranquila e silenciosa; um local com garantia de segurança 24h e com boas opções de mobilidade; além da fuga do aluguel. O levantamento foi realizado com 200 pessoas que pretendem comprar apartamentos ou que compraram nos últimos seis meses, em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre outubro e novembro.

Em São Paulo, o barulho da vizinhança foi apontado por 28% dos entrevistados como o principal motivo de insatisfação com o imóvel atual; seguido por vista ruim ou sem privacidade (23%); e localização ruim (19%). No Rio, o barulho incomoda 25% das pessoas ouvidas pela pesquisa; seguido por insegurança (24%); e pouco espaço (também 24%).

Em termos de estrutura do prédio, os participantes das duas cidades informaram buscar prédios que tenham portaria 24h e mais conveniência, como vaga de garagem, proximidade de comércio e trabalho e também de vias de acesso. Além disso, a quantidade de quartos é o ponto mais importante do imóvel em si.

O levantamento analisou diferentes perfis de compradores em relação ao momento de vida de cada um. Os compradores de primeira viagem (71% dos entrevistados, no Rio e em São Paulo) querem realizar um sonho (41%); buscam bairros tranquilos (35%); e querem ter tudo por perto para otimizar seu tempo de deslocamento (34%). Motivos para buscar um imóvel são sair do aluguel (29%); sair da casa dos pais (14%); e morar com o/a parceiro/a (11%). O processo de compra dura, em média, oito meses, já que esses consumidores são mais indecisos.

Já os chamados compradores experientes (29% do total) buscam mobilidade (39%); e querem aproveitar momentos em família (36%). Motivos para buscar um imóvel são a mudança de região da cidade (14%); morar com o/a parceiro/a (12%); e um apartamento maior (11%). Neste caso, o processo de compra dura menos tempo: 6 meses, em média, já que esses consumidores estão mais convictos a respeito do que querem.

Fonte: Extra Globo (Adaptado)

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Você sabe o que é CNAI?

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Para quem não é do mercado imobiliário esta sigla não é tão usual, mas para quem esta  neste mercado ela é bem conhecida e muito relevante, mas o que é CNAI?  

O Cadastro Nacional de Avaliadores de Imobiliários (CNAI), é uma inscrição realizada e  mantida pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI).  

O corretor de imóveis necessita estar inscrito para atuar na área e emitir o PTAM –  Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica, mas para isto é necessário de um curso  específico. Além de ser corretor de imóveis e ser inscrito no CRECI – CONSELHO  REGIONAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS, de acordo com a Resolução – COFECI º  1.066/2007, o Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica (PTAM) é um documento  que visa apresentar, com base em critérios técnicos, o valor comercial de um imóvel,  judicialmente ou extrajudicialmente.  

O Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica (PTAM) pode ser realizado por uma  imobiliária, porém, o corretor de imóveis, pessoa física, precisa chancelar esse  documento.  

O CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) é o órgão responsável por  fornecer o selo certificador para ser utilizado no PTAM. Para realizar a inscrição no  Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários é necessário que o profissional tenha o  Diploma em curso de Técnico de Transações Imobiliárias ou equivalente e o certificado  de conclusão em curso de avaliação imobiliária.  

Para você fazer a sua inscrição no CNAI você precisa apresentar os seguintes  documentos em seu conselho regional que seguem abaixo:  

 Certificado em Especialista em Avaliação Imobiliária;  

 Comprovante de recolhimento da taxa de inscrição;  

 Diploma de curso técnico em Técnico de Transações imobiliárias ou  equivalente;  

 Requerimento de inscrição preenchido;  

 Duas fotos 3×4.  

Os interessados em realizar o cadastro no CNAI devem cumprir todos os requisitos do  Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) para que a sua inscrição no CNAI  seja aprovada.  

Agora que você já sabe o que é o CNAI, prepare-se e venha para a avaliação imobiliária. 

Paulo Roberto – CEO do Avalion

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O que faz um avaliador de imóveis?

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O mercado imobiliário é um setor com oportunidades para diversos profissionais e áreas de atuação, uma delas é a de avaliação de imóveis.

O Avaliador imobiliário, é responsável pela perícia da propriedade, ou seja, verifica e assegura as boas condições da mesma, desta forma, consegue de maneira precisa, fazer a avaliação de um imóvel e definir o seu valor, considerando diversos aspectos. 

Mesmo que a principal atuação do avaliador seja na viabilização de compra e venda de imóveis residenciais ou comerciais, a atividade do profissional não fica restrita somente a essa atuação.

Para avaliação de um imóvel, o avaliador considera diversas informações, como:

  • Localização;
  • Infraestrutura da região;
  • Contexto Urbano;
  • Estrutura do imóvel ou do condomínio;
  • Condição do imóvel que está sendo avaliado;
  • Acabamentos do imóvel avaliando;
  • Entre outras.

Uma vez realizada a vistoria no imóvel, o avaliador fará o levantamento das amostras existentes na região e usando o método comparativo direto de dados de mercado, que é o mais indicado, será feita a comparação dos imóveis de acordo com a sua similaridade, chagando assim ao valor do imóvel.

O documento gerado para a entrega deste trabalho é o PTAM, que nada mais é que um relatório técnico que possui a finalidade de definir o valor de um bem, facilitando assim as transações e evitando divergências.

O PTAM também pode ser utilizado para diversas ações como:

  • Ação judicial, como na revisão de aluguel, inventários, reintegração de posse;
  • Alienação fiduciária, penhora ou garantia para garantir que o valor do imóvel é igual ao valor firmado no acordo;
  • Compra ou construção de um imóvel;
  • Compra ou venda de imóveis;
  • Desapropriações, que geralmente é necessário quando algum órgão público para definir valor da base tributária;
  • Financiamento (hipoteca/hipotecário);
  • Gestão patrimonial para atender as normas fiscais, para saber o ativo permanente imobilizado;
  • Necessidade de fazer a partilha de bens de uma herança.

Portanto, quer ser um avaliador de imóveis, esteja preparado para um mercado cheio de

desafios e em grande crescimento.

Paulo Roberto – CEO do Avalion

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Summit Imobiliário Ademi-PR 2020 tem nova data e novo formato

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Evento, que vai reunir as autoridades do mercado imobiliário nacional, será de 26 a 29 de outubro e terá transmissão online e ao vivo.

“O Summit Imobiliário 2020, da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), que seria realizado em março desse ano e foi adiado em função da pandemia, já tem nova data e novo formato. O evento, que terá a presença das principais autoridades do mercado imobiliário nacional, vai acontecer de 26 a 29 de outubro, das 18h30 até às 21h30, com transmissão online e ao vivo.

Em sua 1ª edição, o Summit Imobiliário Ademi-PR 2020 visa à atualização e networking dos profissionais do mercado imobiliário, através de programação de palestras, paineis e debates por profissionais que são referência no mercado.

Entre os nomes confirmados, estão o do presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Claudio Hermolin; do diretor-financeiro da Cyrela e Cash.me., Juliano Bello; do diretor da XP Inc., Bruno Novo; e do sócio-diretor da BRAIN Inteligência Estratégica, Fábio Tadeu Araújo, que vai apresentar os dados do Perfil Imobiliário 2020.

O Perfil Imobiliário é uma publicação anual da Ademi-PR que traz um panorama completo dos lançamentos imobiliários em Curitiba, bairro a bairro, e nas suas diferentes finalidades de ocupação e tipos de habitações. Além disso, contém indicadores sobre a evolução do setor na Região Metropolitana.

“Serão debatidas as tendências e inovações para o setor imobiliário nas áreas de vendas, funding, novos negócios e tecnologia. Queremos antecipar as novidades do setor para empresários, gestores e dirigentes que atuam no mercado imobiliário, contribuindo para o crescimento dos negócios e novos projetos pós-pandemia”, explica o presidente da Ademi-PR, Leonardo Pissetti.

“O Summit Imobiliário Ademi-PR 2020 terá ainda painel sobre governança ambiental, social e corporativa, painel com startups e construtechs, e apresentação do projeto “Prédios de Curitiba”. Com a finalidade de promover o networking, ainda que de forma remota, no último dia do evento, haverá um happy hour virtual com uma competição de degustação de vinhos entre os participantes.

Pissetti diz que todos os ingressos para o Summit foram vendidos ainda no começo do ano e que os participantes estão automaticamente inscritos para o evento online. “Estamos monitorando as vagas remanescentes e, se houver, vamos abri-las para novas inscrições”, comenta.

O Summit Imobiliário Ademi-PR 2020 tem o patrocínio de Gazeta do Povo e Todeschini, com apoio de BRAIN Inteligência Estratégica e de Reis Real Estate. Mais informações sobre o evento online do mercado imobiliário podem ser obtidas com Rafael Perry, da Infinitoo, pelo e-mail perry@infinitoo.com.br

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/conteudo-publicitario/ademi-pr/summit-imobiliario-ademi-pr-2020-tem-nova-data-e-novo-formato/

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Avaliação de Imóveis: quais cuidados o avaliador precisa ter?

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Nos últimos anos, a avaliação imobiliária vem recebendo uma atenção que, até então, não existia. A partir da Resolução 1.066/2007, o corretor de imóveis passou a ter a possibilidade de prestar um novo serviço e, assim, gerar mais renda para si. 

Junto com o novo cenário, surgiram os novos desafios, fazendo com que o profissional busque preparo e entendimento de qual o método correto para utilizar na elaboração do seu trabalho, seja um Laudo, Análise ou Opinião de Mercado. 

O avaliador deve ter para si princípios fundamentais como a empatia. O olhar para o outro, entendendo as suas necessidades e expectativas; entender para atender, nos aproximando ainda mais do cliente, e observar os detalhes do que está sendo avaliado, para que as pesquisas no mercado fiquem ainda mais fáceis de serem realizadas. 

Uma vez feito o levantamento de todas as informações, o próximo passo é inseri-los em seu trabalho. Isso faz com que, quem o contratou ou está contratando, saiba que você olha para a situação com olhos de quem está preocupado e atento a tudo que está acontecendo ao seu redor. 

Outro ponto importante é a entrega do seu trabalho, que deve ser didática, de fácil leitura e entendimento. Não basta apenas quantidade, mas sim um conjunto de todos estes pontos para que, o seu cliente entenda o trabalho de forma fácil.

O Corretor de Imóveis é um gerador de conteúdo, pois vive o mercado e sabe de tudo que acontece nele. Portanto, Corretor, valorize o seu trabalho! Entregue tudo com muito profissionalismo e excelência, baseado em dados e pesquisas e, claro, todo seu conhecimento.

Paulo Roberto de Oliveira – CEO do Avalion    

www.avalion.com.br

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A maior parte dos brasileiros mora principalmente em casas e em imóveis próprios, já pagos!

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Você sabia que, a maior parte dos brasileiros mora principalmente em casas e em imóveis próprios, já pagos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua 2019, divulgada hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As casas representam 85,6%, o equivalente a 62 milhões de moradias no país. A maior parte dos lares é própria e quitada, o equivalente a 66,4%, ou 48,1 milhões.

Além das casas, são cerca de 10 milhões de apartamentos no país, o equivalente a 14,2%. Já as casas de cômodos, cortiços ou cabeça de porco são 126 mil, o equivalente a 0,2%. Entram nessa classificação, por exemplo, moradias onde as pessoas utilizam o mesmo ambiente para diversas funções como dormir, cozinhar e trabalhar.

A maior parte desses imóveis é de algum dos moradores e já está quitado. Outros 6,1%, ou 4,4 milhões, são próprios, mas ainda estão sendo pagos. Os imóveis alugados representam 18,3% das moradias, o equivalente a 13,3 milhões, e os cedidos, 8,9%, ou 6,4 milhões.

O maior percentual de domicílios já pagos em relação ao total está no Norte, com 74,1% dos lares, e no Nordeste, com 73,6%. Já os alugados estão principalmente nas regiões Sudeste, com 20,8%, e Centro-Oeste, com 23%.

A pesquisa mostra que entre 2016 e 2019, a Região Sudeste, que passou de 65,1% para 62,3%, e a Centro-Oeste, de 61,5% para 57,6%, tiveram as maiores retrações dos domicílios próprios já pagos, “o que levou ao crescimento de outros tipos de ocupação, principalmente de alugado no Sudeste e próprio, ainda pagando, no Centro-Oeste”, diz a pesquisa.

A média de moradores mantém-se praticamente constante em relação a anos anteriores. No país, em cada domicílio moram, em média, 2,9 pessoas. A maior média regional é na Região Norte, com 3,3 pessoas por habitação.

De acordo com os dados do IBGE, o Sudeste concentra a maior parte da população, 42,2%. Em seguida, aparecem a Região Nordeste, com 27,2%; o Sul, com 14,3%; o Norte, com 8,6%; e a Região Centro-Oeste, com 7,7%. De acordo com o IBGE, em relação a 2012, não foram observadas oscilações importantes da distribuição populacional do país.

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