Por que é realizada uma avaliação imobiliária?

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A ideia é reconhecer, de forma técnica, qual é a precificação do imóvel em questão. Mas, mais que isso, é importante entender se o valor do produto (imóvel) está alinhado com o valor de mercado para estabelecer preço justo para negociá-lo.

Isso porque, um imóvel avaliado da maneira correta aumentará a velocidade em que a venda é realizada e, também, evita frustrações para compradores e vendedores, promovendo um ambiente de negócio mais eficiente e amistoso.

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Como agregar valor ao imóvel adotando alternativas mais econômicas?

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Para proprietários de imóveis, investimentos e despesas sempre serão necessários, mas é importante pesquisar preços e tendências de mercado. Consequentemente, os gastos terão retornos positivos.
Se um imóvel está parado há muito tempo, uma alternativa é converter em imóveis menores, como flat ou kitnet. Mas, se for um apartamento, isso depende das regras do condomínio.
Boa aparência, arquitetura e design podem maximizar a renda do proprietário a curto prazo e rentabilizar a venda do imóvel no longo prazo.
Valor de um imóvel pode variar de acordo com as suas características e estado de conservação, por isso é tão importante investir em uma boa reforma do local. Assim como mobília, que também aumentam o interesse do público.
Recursos elétricos, hidráulicos, mecânicos e estruturais devem ser de qualidade, com m Maior durabilidade e menor manutenção, para evitar prejuízos futuros. Principalmente em imóveis para locação, considerando que terão diversos moradores diferentes.

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Laudo de avaliação de imóveis: o que é e como fazer

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O Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica – PTAM, é um documento técnico elaborado por um corretor de imóveis que determina o valor de um bem imobiliário.

Esse documento é elaborado através da coleta de dados e informações de mercado e utilizando o método comparativo de direto de dados de mercado, comparando assim as amostras coletadas com o imóvel avaliando. Este trabalho deverá ser executado por um profissional capacitado.

Este tipo de documento é solicitado para processos de compra e venda, casos de processos judiciais, ações que envolvem valores de aluguel, indenização e outras finalidades.

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Qual o método mais usado para avaliar imóveis?

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O método de avaliação de imóveis mais utilizado é o Comparativo Direto de Dados de Mercado. Ele se baseia em transações do mesmo tipo de imóvel, que esteja sendo negociado na mesma época e com a mesma localização espacial, para possibilitar a análise comparativa dos valores.

Esses valores de transações de imóveis são analisados para que seja obtido um valor médio. Esse resultado é feito sob média ponderada, porque, mesmo que tenham características parecidas, os imóveis são sempre diferentes.

Os avaliadores devem fazer essa análise de acordo com a norma de avaliações (NBR 14653), além de considerar aspectos pertinentes ao imóvel em si, para evitar estipular preços que destoam do que está sendo praticado no mercado.

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Trabalho híbrido passa a ser tendência nas companhias

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O modelo híbrido tornou-se a tendência preponderante entre as empresas para o retorno aos escritórios. Levantamento feito para o Valor pelo grupo G3, com representantes de RHs de 18 grandes companhias, mostrou que 12 delas (67%) implementaram o regime híbrido de trabalho (dois ou três dias por semana).
(11%) vão seguir com o home office e duas já voltaram ao escritório de forma integral. Outras duas ainda não definiram o modelo a ser adotado. Entre as empresas da amostra estão Siemens, DSM, Braskem, Adidas, Itausa e Endenred. A Fundação Dom Cabral e a consultoria Talenses também perguntaram a quase 700 profissionais sobre a diretriz de suas companhias a respeito do modelo de trabalho.
Cerca de 52% responderam que adotarão o regime híbrido, enquanto 9,76%, o presencial integral. Mas o híbrido foi o modelo defendido por 72,78% dos entrevistados.
Em outra pesquisa, feita pela consultoria BMI, com gestores de 56 empresas, quase 80% apontaram que o modelo híbrido é o que será adotado no retorno das atividades ao escritório. De acordo com profissionais de RH de grandes organizações, não há fórmula para construir um novo modelo de trabalho. Os funcionários da Basf poderão ir ao escritório entre uma e quatro vezes por semana. As mesas, que já eram parcialmente compartilhadas no pré-pandemia, viraram todas “share-desks”.
A Siemens, por sua vez, tem treinado seus gestores para atuar de modo mais flexível, quebrando uma mentalidade de controle e centralização. A Dupont também optou pelo modelo híbrido. Segundo o CEO da empresa, Etore Frederici, as pessoas poderão ficar no máximo 40% do tempo em casa, mas por ora o retorno é voluntário, gradual (apenas 25% do prédio pode ser ocupado) e sem limite de dias.

Fonte – Valor Econômico

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Selic no fim de 2022 sobe de 11,00% para 11,25% ao ano

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Os economistas do mercado financeiro mantiveram a projeção para a taxa básica da economia no fim de 2021 em 9,25%, conforme o Relatório de Mercado Focus, mas elevaram a estimativa para o término de 2022, que passou de 11,00% para 11,25%. Há um mês, as medianas eram de 8,75% e 9,50%, respectivamente.

Considerando apenas as 81 respostas nos últimos cinco dias úteis, a expectativa para a Selic no fim de 2021 também permaneceu em 9,25%.

Da mesma forma, para 2022, a mediana continuou em 11,25%, considerando as 81 atualizações dos últimos cinco dias úteis.

Em evento recente, a diretora de Assuntos Internacionais e Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado, indicou que o passo de 1,50 ponto porcentual para a alta da taxa Selic ainda “parece apropriado” e reforçou que o BC segue confiante de que é capaz de trazer a inflação de 2022 para o “mais próximo possível” do centro da meta.

No Boletim Focus, o cenário para a taxa básica de juros da economia foi mantido para os anos seguintes.

A estimativa do Focus para a taxa Selic no fim de 2023 seguiu em 7,75%, ante 7,00% há quatro semanas. Para 2024, permaneceu em 7,00%, de 6,50% de um mês atrás.

Fonte – Estadão

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Comissão debate resolução do Banco Central que dispensa vistoria em avaliação de imóveis

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quinta-feira (2) sobre o tema: “Avaliação de imóveis e a Resolução 4.754/19, do Banco Central”.
A deputada Celina Leão (PP-DF), que propôs a realização do debate, lembra que a nova norma altera a Resolução 4.676/18, que dispõe sobre as condições gerais e os critérios para contratação de financiamento imobiliário pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central e disciplina o direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança.
A nova resolução permite que avaliações de imóveis ocorram sem vistorias de profissionais habilitados. “Dada a elevada insegurança jurídica para o mercado imobiliário brasileiro, diversas associações classistas procuraram a Câmara dos Deputados para que tal resolução seja mais amplamente discutida e, eventualmente, sustada”, disse a deputada.
De acordo com o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), disse Celina Leão, “as avaliações de imóveis, que constituem garantias reais em operações de financiamento, sem vistoria executada por engenheiro ou arquiteto elevam o risco da movimentação financeira”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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A Federal Housing Finance Agency fará das avaliações remotas uma opção permanente

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A Federal Housing Finance Agency aceitará avaliações conduzidas remotamente – sem a presença física de um avaliador – a partir do início de 2022 para hipotecas garantidas pela Fannie Mae ou Freddie Mac qualificadas. As empresas patrocinadas pelo governo usarão registros públicos, incluindo listagens e avaliações fiscais, para processar avaliações remotas para empréstimos de compra.

Sandra Thompson, diretora interina da FHFA, fez o anúncio na segunda-feira durante a conferência anual da Mortgage Banker Association em San Diego.

A mudança permitirá que bancos e credores hipotecários usem avaliações remotas no lugar das tradicionais. Estes modelos de avaliações foram primeiro anunciadas como uma opção temporária no início da pandemia.

“O que era uma das flexibilidades temporárias agora se tornará uma opção estabelecida para originar empréstimos corporativos”, anunciou Thompson na conferência de MBA. “Ambas as empresas irão incorporar avaliações remotas em seus guias [de venda] para muitos novos modelos de compra a partir de 2022.”

A indústria de avaliação enfrentou alta demanda e uma escassez de avaliadores durante o mercado imobiliário aquecido. Avaliações remotas têm sido um método que a indústria recorreu para manter as transações sob controle.

Thompson também anunciou na segunda-feira que o FHFA iria expandir os requisitos de elegibilidade para seus programas de refinanciamento RefiNow e Refi Possible, que visam ajudar os mutuários de baixa renda a refinanciarem para taxas de hipotecas mais baixas. Também removeria algumas restrições aos custos de financiamento e fechamento.

“Expandir a elegibilidade para famílias de renda baixa e moderada para refinanciar suas hipotecas e reduzir seus pagamentos mensais, juntamente com o aproveitamento de avaliações remotas para reduzir ineficiências no processo de hipoteca, são etapas significativas para superar as barreiras à propriedade de casa acessível e sustentável”, disse Thompson em uma afirmação. “A FHFA continuará a agir propositalmente no diálogo com suas partes interessadas para minimizar a perturbação do mercado e garantir que suas entidades reguladas operem de maneira segura e sólida.”

Fonte: ” FHFA Will Make Desktop Home Appraisals A Permanent Option “, American Banker (18 de outubro de 2021) FHFA.gov

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Usucapião, da posse ao reconhecimento da propriedade

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É possível se tornar proprietário de um bem móvel ou imóvel sem ter que pagar imposto de transmissão; comprar; permutar ou fazer outro negócio jurídico? Em quais condições? Quem pode usucapir? Quais os bens são usucapíveis? É necessário processo judicial ou o procedimento poderá ser feito no cartório extrajudicialmente? Quais os prazos e diferenças entre as espécies de usucapião?

São incontáveis as questões que permeiam as múltiplas hipóteses de usucapião, em que a posse pode se tornar propriedade desde que cumpridos certos requisitos.

De modo majoritário, a usucapião é reconhecida como um modo originário de aquisição da propriedade de determinado bem móvel ou imóvel por pessoas físicas ou jurídicas, pois não há vínculo entre o direito de se adquirir e o direito anterior exercício sobre o bem – a propriedade “nasce” nova e totalmente independente da antiga -, o que implica dizer que o usucapiendo passa a ter a propriedade livre do imposto de transmissão de bens imóveis (ITBI) e de vícios ou defeitos pregressos, sendo possível, inclusive, usucapir e registrar no cartório imóvel nunca antes registrado.

Para que a posse seja convertida em propriedade por meio da usucapião, é necessário o preenchimento de certos requisitos, dois deles são genéricos e obrigatórios a todas as hipóteses e outros específicos a cada modalidade de usucapião, estas que são: usucapião extraordinária, usucapião ordinária, usucapião tabular, usucapião urbana (“pro moradia”), usucapião especial rural (“pro labore”), usucapião familiar e a concessão de uso como direito real resolúvel – temas que serão tratados em colunas próprias.

São dois os requisitos comuns a todos as hipóteses: (i) a posse “ad usucapionem”, que consiste em verificar se o interessado em usucapir possui e cuida do bem com a intenção de ser dono “animus domini” – por exemplo, pagamento as contas, fazendo as reformas, dando destinação social -, de modo contínuo e sem oposição do titular do bem até se passar o prazo de configuração do direito e, (ii) é justamente o transcurso do tempo o segundo requisito, este que dependerá da espécie de usucapião, podendo ser mais curto ou longo.

Quanto às questões gerais, destaca-se que a usucapião de bens móveis e imóveis pode ser pleiteada de modo judicial ou extrajudicial e o direito à propriedade será declarado com efeitos desde o início da posse e não da legalização da propriedade, pois esta não constitui direitos, apenas declara o direito que passou a existir desde o início do exercício da posse.

Portanto, a aquisição da propriedade se consuma no cumprimento dos requisitos legais, independente de ação judicial ou procedimento no cartório, o que implica dizer que são inúmeros os brasileiros que já são proprietários por usucapião e sequer sabem disso, restando tão somente a regularização por profissional habilitado para formalizar o reconhecimento do direito por meio de um processo judicial ou procedimento extrajudicial em cartório de registro de imóveis.

Texto de Alexandre Fairbanks, no Jornal do Brasil

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Volta ao escritório: hora de reconectar as equipes

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Com o avanço da vacinação, as expectativas para o retorno ao trabalho no escritório são tão numerosas quanto as incógnitas.

Entre as dúvidas surgidas, um dado da pesquisa global da JLL deve ser a maior preocupação para gestores e os profissionais de recursos humanos: 36% da força de trabalho está se sentindo sem energia e desmotivada.

A consultoria especializada em imóveis comerciais realizou a pesquisa com mais de 3 mil trabalhadores em 10 países, para medir o sentimento de bem-estar e engajamento no momento e para o pós-pandemia.

E o resultado chama atenção para uma questão que deve ganhar destaque no planejamento do retorno ao presencial: a necessidade de reconexão.

No levantamento, um terço dos respondentes disseram que não consideram mais a empresa como um bom lugar para trabalhar e 25% relataram estar exaustos demais para cuidar de seu bem-estar.

“As pessoas vão sair muito transformadas e muito machucadas desse período. Mesmo quem saiu igual, ainda vai ter certa dificuldade no retorno. E a relação de confiança é o pilar para o trabalho em equipe e a alta performance”, destacou a especialistas em comportamento organizacional, Daniela Tessler.

Washington Botelho, presidente da JLL Work Dynamics para América Latina comenta que o retorno ao escritório tem tido um quórum abaixo das expectativas.

“O escritório voltou e não necessariamente funcionou. Se a expectativa era ocupar de 25 a 30%, tenho ouvido de executivos que a adesão é em torno de 5 a 10%”.

Botelho explica que antes trabalho era representado por um local e houve uma quebra dessa mentalidade desde o início da pandemia. Agora, é necessário pensar na atratividade de cada espaço de trabalho.

Segundo a pesquisa, o que os funcionários mais querem para tornar o escritório um local atrativo são:

45% espaço para relaxar; 44% serviço de alimentação saudável; 41% acesso a espaços abertos; 37% áreas sociais e 36% centros para atividades físicas. E a maior expectativa dos profissionais (75%) sinalizou que esperam se sentir seguros no trabalho para falar de saúde mental e expressar dificuldades.

Fonte – Exame

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