Termos do mercado imobiliário

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O mercado imobiliário tem uma imensidade de termos que precisam ser conhecidos por todos aqueles que desejam investir em imóveis. Afinal, eles poderão ajudá-lo a entender melhor o setor e a tomar decisões mais assertivas em seus investimentos.

Então, se você tem interesse sobre o assunto ou já pensou em fazer aportes no setor de imóveis, este artigo é para você.

Alienação fiduciária:
É uma espécie de garantia das propriedades. Em outras palavras, trate-se de um acordo entre o credor e o devedor e ocorre quando o devedor utiliza o imóvel como garantia do pagamento de uma dívida.

Incorporação imobiliária:
Trata-se de uma prática de investimento no mercado imobiliário muito comum no Brasil. O foco está em projetos de edifícios e condomínios, nos quais o incorporador comercializa as unidades ainda na planta ou em fase de construção.

Habite-se:
Documento que certifica que o imóvel foi construído conforme as regras estabelecidas pela prefeitura do município.

Escritura:
A escritura é um documento relacionado à transação do bem, e comprova com fé pública que houve compra e venda de um imóvel, e as partes envolvidas no negócio.

Registro do imóvel:
Este documento registra quem é o proprietário atual do imóvel. A transferência de titularidade só é de fato efetivada quando este documento for emitido.

Unidades imobiliárias:
Basicamente, diz respeito à quantidade de imóveis que existem em um empreendimento ou em um terreno. Por exemplo, se um prédio tem 100 apartamentos, significa que ele possui 100 unidades imobiliárias.

INCC
Trata-se do Índice Nacional de Custo de Construção, uma taxa calculada mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tal indicador é utilizado para medir a flutuação do preço dos produtos ou materiais utilizados em um projeto de construção de um empreendimento habitacional.
É utilizado também para corrigir as parcelas e o preço final dos contratos de imóveis que se encontram ainda em fase de construção.

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Venda de imóveis usados cresce 8,92% em junho

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As vendas de imóveis usados cresceram 8,92% no estado de São Paulo em junho, em comparação com o mês de maio. Este foi o segundo melhor resultado do ano, são superado pela alta de 20,72% registrada em março. O semestre fechou com saldo negativo de 1,66% devido as quedas em janeiro, abril e maio.

Os imóveis usados mais vendidos em junho – 60,47% do total – foram os de preços médios até R$ 400 mil. Imóveis mais baratos, de até R$ 200 mil, representaram 29,88% das unidades vendidas. Enquanto apartamentos desse tipo são como as antigas quitinetes, com todos os cômodos integrados, pelos mesmos R$ 200 mil ou até menos foi possível comprar em junho apartamento de 2 dormitórios em bairro central de Guarulhos (R$ 170 mil), casas de dois dormitórios em bairros também centrais de Sorocaba (entre R$ 180 mil e R$ 230 mil) ou ainda até quatro quitinetes também no centro de Praia Grande (a partir de R$ 50 mil).

Segundo a pesquisa CreciSP, as faixas de preços de metro quadrado dos imóveis usados mais vendidos no estado foram as de até R$ 5 mil com 62,28% do total. Individualizadas as faixas, a que registrou mais participação no conjunto de vendas foi a dos preços entre R$ 3.000,01 a R$ 4.000,00, com 30,63% do total.

Os apartamento fora mais vendidos que as casas em junho. Por região ,a performance das casa foi a melhor no interior – a participação delas nas vendas foi de 49,09% e a dos apartamentos, de 50,91%. A locação cresceu 2,85%, pondo fim adoras meses seguidos de baixa. Com esse resultado, o primeiro semestre fechou com saldo positivo acumulado de 19,5%.

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Governo vai liberar uso de FGTS futuro para turbinar Casa Verde e Amarela

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O governo está finalizando um decreto para autorizar o uso do FGTS futuro — ou seja, a previsão de recursos que o trabalhador com carteira assinada terá no fundo caso continue empregado — no Casa Verde e Amarela, programa habitacional para famílias de baixa renda.

O FGTS ainda a receber entraria como previsão de receita no cálculo das prestações do mutuário. E o valor a ser depositado no Fundo ficaria bloqueado para pagar o financiamento. Na ponta do lápis, às vésperas das eleições, a medida permitirá que famílias de renda mais baixa consigam comprar um imóvel.

Por exemplo, no caso de uma família com renda de R$ 2 mil que comprometa 22% de seus ganhos, é possível obter um financiamento com prestação de R$ 440. Com a autorização do FGTS futuro, essa mesma família poderia assumir uma prestação de R$ 600.

A regra de uso do FGTS futuro já foi prevista em medida provisória sobre outro tema, transformada em lei no fim de agosto. Agora, o decreto regulamentando este aval está sendo finalizado e será submetido ao Conselho Curador do FGTS.

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Localização não é o único ponto que valoriza um imóvel

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A famosa resposta para a valorização de um imóvel é sempre: Localização, localização e localização. Há muita verdade nessa resposta, mas existem outras características que pesam no valor que uma pessoa está disposta a pagar por uma casa ou apartamento.
A valorização depende da finalidade do negócio, aluguel ou venda. Também a que público é destinado, idade e renda. Um exemplo é, se um imóvel é destinado a um morador de renda mais alta, é mais importante destacar a proximidade de bons shopping centers do que de um corredor de ônibus.
No caso de colocar um imóvel à venda, é fundamental que sua documentação esteja regularizada. Um documentação enrolada ou com algo pendente desvaloriza o imóvel e faz com que muita gente desista da compra.
Áreas de lazer, manutenção, aparência externa e segurança, são fatores importantes para venda do imóvel além da localização.
Se quer saber mais sobre tudo isso, entre em contato conosco.

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