Valor “emocional” não conta para precificar imóvel

É comum ouvir de proprietários de imóveis, na hora de uma avaliação para precificação, que “vale mais” do que o apresentado pelo avaliador, devido ao histórico de vivência ou apego emocional ao bem.
Mas o valor de um imóvel é determinado pelo mercado e não pelo que o proprietário acredita que valha. A lei da oferta e demanda é um dos principais fatores influenciadores do preço, considerando que a pergunta correta a ser feita é “quanto o mercado está disposto a pagar por este bem”.
Evidentemente que existem requisitos como localização, conservação, posição no condomínio, entre outros, que compõe esta formatação. Porém, quando é solicitada uma avaliação profissional é preciso se desprender de valores emocionais que não são considerados por quem compra.
O preço do imóvel precisa estar dentro dos parâmetros do mercado para que sua negociação seja eficiente.

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