Entenda os principais critérios para colocar o seu imóvel para venda no mercado imobiliário.

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Você está pensando em comprar ou vender o seu imóvel e não sabe como fazer? 

Vou te explicar neste texto  o porque é necessário contratar  um corretor de imóveis e quais os critérios que ele utiliza para avaliar e inserir o seu imóvel no mercado. 

Avaliar uma propriedade não é uma tarefa fácil, aqui você vai entender como funciona a Avaliação e o Mercado Imobiliário na hora da venda do seu imóvel.

Comprar e vender um imóvel parece ser algo muito fácil, basta eu colocar um valor e divulgar este meu imóvel, porém não é desta forma que o mercado imobiliário funciona, quando existe a necessidade de vender  um imóvel, você precisa entrar em contato com um profissional autônomo ou uma imobiliária, neste caso é importante que ambos atuem na região onde o imóvel se encontra, conhecer bem o bairro e contribui com um trabalho muito melhor, tanto na avaliação quanto na divulgação do seu imóvel, pois vivem o mercado de uma forma muito mais próxima e intensa.

Todo este processo tem inicio na Avaliação do Imóvel, que é a parte mais importante, aqui, o profissional utilizará de um método para realizar este trabalho que é o Método Comparativo Direto de Dados de Mercado, onde ele irá entregar para você um documento chamado  PTAM – Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica, para que você entenda o real valor do seu imóvel.    

Para realizar O PTAM – PARECER TÉCNICO DE AVALIAÇÃO MERCADOLÓGICA, o corretor  realiza  uma pesquisa intensa na região do imóvel, buscando os imóveis que venham a ser similares ao seu imóvel, nesta pesquisa o corretor de imóveis, entra em vários portais, entra em contato com as imobiliárias para entender melhor cada imóvel, suas características e também a localização onde o imóvel se encontra, esta comparação que é realizada deve ser feita de forma muito cuidadosa, identificar a localização onde o imóvel se encontra e toda a sua infraestrutura é muito importante, porém é um trabalho que requer vários cuidados.

Quando finalizadas as pesquisas e definido os imóveis que fazem parte desta pesquisa, é necessário realizar os cálculos para definir o valor do seu  imóvel e qual a relação deste valor em relação ao bairro, bem como qual o valor está sendo praticado no mercado, é através deste conhecimento que o corretor vai definir o valor do seu imóvel.

Uma vez definido o profissional ou empresa, faça um breve contato com o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI), este Conselho vai dar informações sobre esta empresa ou profissional que atua no mercado, se existem processos disciplinares contra ele,  assim você saberá quem é este profissional que irá trabalhar com  o seu imóvel, buscar informações ou dados nas redes sociais está virando uma prática muito comum.

Realize um contrato de prestação de serviço, para que você tenha a garantia de que este profissional estará realizando o trabalho pelo qual está sendo contratado, as regras deste contrato devem estar claras e bem definidas, quando você tem um contrato de prestação de serviços junto a um profissional ou imobiliária, isto dá ao mercado a garantia de que o imóvel está qualificado para ser divulgado, isto facilita e dá velocidade ao negócio. É muito comum  no mercado imobiliário a Parceria, onde as imobiliárias procuram umas às outras para realizar negócios, uma tem o imóvel e a outra tem o cliente, e isso faz com que as vendas ocorram de forma mais rapida, porem você deve estar se perguntando, por que remunerar em  6% os honorários para a venda de um imóvel?.

O percentual de honorários que as imobiliárias e profissionais são remunerados, é definido com base em custos de divulgação, rateio entre as imobiliárias, network destes profissionais e o rateio entre as empresas quando houver parcerias, para todo o negócio existe uma margem de lucro e devemos lembrar que todos devem ser remunerados pelo seu trabalho de forma justa e perfeita.

Lembre-se que, o importante é que você divulgue o seu imóvel com o valor correto e que o profissional tenha a possibilidade de realizar esta parceria remunerando o outro profissional com um percentual honesto e equânime, isto trará velocidade ao seu negócio e ânimo para que o negócio aconteça de forma rápida.

Geralmente quando o valor de honorários é de 6%, este valor na parceria é dividido entre as empresas ou profissionais, deste valor, geralmente o corretor da venda e o angariador que é o profissional que trouxe o imóvel para a empresa irão receber um percentual, portanto lembre-se que, se o profissional for trabalhar por um percentual diferente, não aceite, desconfie, pois provavelmente ele não vai trabalhar de forma honesta e dedicada com o seu imóvel.

Paulo Roberto  – CEO do Avalion

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Aumento de opções promete que transferência de dívida imobiliária permaneça em alta

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A portabilidade do crédito imobiliário, que se acelerou no segundo semestre de 2019, tende a continuar a crescer em 2020, permite que a continuidade de migração, quem tem contrato pelo SFI por exemplo, poderá migrar para o SFH – algo não permitido atualmente – a partir de abril, além de utilizar o FGTS.

O SFI geralmente reúne as operações de maior valor e não permite o uso do FGTS do trabalhador para abatimento da dívida. Já o SFH utiliza o dinheiro da caderneta de poupança e do FGTS, que são fontes mais baratas de recursos. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) de novembro do ano passado abre espaço para a mudança do SFI para o SFH, desde que o imóvel que foi financiado cumpra as exigências legais.

Hoje, para entrar no SFH, o imóvel financiado precisa ter valor máximo de R$ 1,5 milhão, dependendo da região do País. Em meados de 2018, porém, este limite era de R$ 950 mil. Isso significa que quem financiou um imóvel de R$ 1 milhão naquela época não conseguiu se enquadrar no SFH. 

– Fonte: Terra

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Seja para compra ou investimento, o mercado imobiliário iniciou a retomada neste ano. Embora, muitas pessoas ainda tenham dúvidas. Entenda como obter como o preço justo de um imóvel.

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A avaliação imobiliária é uma tarefa que proporciona ao comprador e/ou investidor um laudo completo sobre o imóvel,  nele estão todos os dados necessários para entendimento (ou questionamento) do valor estarão presentes, para que – entre outros fins – quaisquer fraudes ou prejuízos possam vir a ser evitados. Ressalta-se que, esta atividade apenas deve ser feita por profissionais credenciados com o CNAI (Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários), tendo como órgão regulamentador o COFECI em sua resolução 1.066/07″.

É comum, que a avaliação seja realizada em casos de processos judiciais nos quais o imóvel esteja diretamente envolvido, como por exemplo situações que envolvam valores de aluguel, renovação ou revisão, entre outras. A avaliação, em verdade pode ser feita para diversas finalidades.

Geralmente, a avaliação é obrigatória na maioria dos pedidos de financiamento, nessa situação a instituição responsável por regular a concessão do crédito deve realizar o pedido como garantia para o imóvel cobrir o valor investido se não houver o pagamento da dívida. Já nos casos de compra e venda direta – no qual não está envolvido um terceiro – o comprador pode exigir o documento como forma de verificar o real valor do imóvel em relação ao pedido do vendedor. 

Para finalizar, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em 2018 já haviam 12,9 milhões de imóveis alugados no País, dentre 71 milhões de domicílios no total, assim, apresentando um aumento de 5,3% na comparação com 2017. Ao mesmo passo em que o número de brasileiros que apostam em imóveis enquanto carteira de investimentos também cresceu; de acordo com o Relatório de Investimento Direto de 2018, divulgado pelo Banco Central (BC), os investimentos em imóveis no exterior subiram de 240% de 2007 a 2017. 

A avaliação é uma necessidade no mercado imobiliário, para que você tenha um trabalho feito com responsabilidade e com base em métodos, contrate um profissional qualificado.

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Mercado imobiliário ganha força no começo de 2020, prometendo um ano de muitos benefícios

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No final do ano passado o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) anunciou a disponibilidade de R$ 65,5 bilhões para financiamentos na área de habitação em 2020, recorrentes de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Esses recursos já foram aprovados pelo Conselho Curador do Fundo e publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Para a área de habitação, mais de 95% serão destinados para financiamentos de moradias populares – tendo como base que em 2019 foram destinados R$ 73 bilhões do FGTS para a habitação popular – a famílias com renda mensal de até R$ 7 mil – faixas 1,5, 2 e 3 do programa de habitação social do governo federal. Para os descontos, estão assegurados R$ 9 bilhões. Do total de R$ 65,5 bilhões, R$ 40,2 bilhões estão reservados para financiamentos, a pessoas físicas ou jurídicas, que beneficiem famílias com renda mensal bruta limitada a R$ 4 mil.

Também, o MDR estima que sejam contratadas 526 mil unidades habitacionais em todo o país, com potencial para geração de 1,3 milhão de empregos.

Os investimentos em habitação em 2019 ficaram na casa dos R$ 4,6 bilhões, o equivalente a 55% da execução financeira de todo o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Com os pagamentos realizados em dezembro, o ministério quitou todas as faturas em atraso. Os recursos foram aplicados na conclusão de mais de 350 mil moradias em todo o país e em 233 mil unidades que estão em construção. Segundo informações da Agência Brasil.

  • Diário do Vale
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